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  • <b>MEI e a Aposentadoria:</b> Tudo o que Você Precisa Saber para Contribuir Corretamente.

    <b>MEI e a Aposentadoria:</b> Tudo o que Você Precisa Saber para Contribuir Corretamente.

    Se você é Microempreendedor Individual (MEI), saiba que também tem direito aos benefícios da Previdência Social, incluindo a tão sonhada aposentadoria! Contribuir corretamente como MEI é fundamental para garantir não apenas sua aposentadoria no futuro, mas também o acesso a outros amparos importantes como auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte para seus dependentes. Entender como funciona essa contribuição é mais simples do que parece.

    Ao se formalizar como MEI, você passa a recolher seus impostos e a contribuição para o INSS de forma unificada, através do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS-MEI). O valor da contribuição previdenciária do MEI é reduzido, correspondendo a 5% do salário mínimo vigente. Esse pagamento mensal já garante o direito à aposentadoria por idade e a outros benefícios com valor de um salário mínimo.

    É importante saber que a contribuição padrão do MEI (5% sobre o salário mínimo) dá direito à aposentadoria por idade. Se você, como MEI, deseja ter acesso à aposentadoria por tempo de contribuição ou a um valor de benefício potencialmente maior (calculado sobre uma média salarial), é possível complementar essa contribuição. Essa complementação é feita pagando uma guia adicional de 15% sobre o salário mínimo ou sobre um valor entre o mínimo e o teto do INSS, utilizando o código de pagamento específico. Você pode gerar essa guia complementar diretamente no portal Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/) ou no site da Receita Federal.

    Manter o pagamento do DAS-MEI em dia é crucial. Atrasos podem gerar multas e juros, além de comprometer a contagem do seu tempo de contribuição e a carência para alguns benefícios. No portal Meu INSS, você pode verificar todo o seu histórico de contribuições como MEI e simular sua aposentadoria. Fazer valer seus direitos como MEI começa com a organização e o pagamento correto das suas contribuições previdenciárias.

    Planejar sua aposentadoria como MEI é um passo importante para um futuro mais seguro. Informe-se sobre as opções de contribuição, mantenha seus pagamentos em dia e utilize as ferramentas online do INSS para acompanhar sua situação. Se tiver dúvidas sobre a complementação ou sobre qual a melhor estratégia para o seu caso, buscar orientação de um contador ou de um especialista em direito previdenciário pode ser muito útil. Seu futuro agradece!

  • <b>Pendências no INSS? Saiba Como Resolver e Agilizar sua Aposentadoria</B>

    <b>Pendências no INSS? Saiba Como Resolver e Agilizar sua Aposentadoria</B>

    Descobrir que existem pendências no seu cadastro do INSS bem na hora de solicitar a aposentadoria pode ser frustrante e atrasar seus planos. Essas pendências podem ser variadas, desde informações cadastrais desatualizadas, vínculos de trabalho não registrados corretamente, até contribuições que não foram contabilizadas. Felizmente, a maioria dessas questões pode ser resolvida, e o primeiro passo é identificar exatamente qual é o problema.

    O extrato do CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) é seu grande aliado nessa hora. Ele é como um raio-X da sua vida contributiva e pode ser acessado facilmente pelo portal Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/). Ao analisar seu CNIS, procure por siglas e indicadores que apontam possíveis pendências, como PEXT (Pendência de Vínculo Extemporâneo Não Tratado) ou AEXT-VI (Acerto de Vínculo Extemporâneo Indeferido). Entender o que cada sigla significa é crucial para saber como agir.

    Uma vez identificada a pendência, o próximo passo é reunir a documentação necessária para comprová-la ou corrigi-la. Por exemplo, se um vínculo empregatício não consta no CNIS, você precisará apresentar sua carteira de trabalho, o contrato de trabalho, holerites ou outros documentos que atestem esse período. Se for uma contribuição como autônomo que não foi registrada, as guias GPS pagas serão essenciais. A organização desses documentos é fundamental para agilizar o processo de acerto junto ao INSS.

    Com a documentação em mãos, você pode solicitar a atualização dos seus dados e a correção das pendências também através do portal Meu INSS, utilizando o serviço de “Atualização de Dados Cadastrais” ou “Atualização de Tempo de Contribuição”. Em alguns casos, pode ser necessário agendar um atendimento presencial. Lembre-se que resolver essas pendências o quanto antes é fundamental para não ter surpresas desagradáveis e garantir que sua aposentadoria seja concedida de forma mais rápida e com o valor correto.

    Não deixe que pendências burocráticas adiem seu merecido descanso. Fazer valer seus direitos e manter seu cadastro no INSS em dia é um cuidado importante ao longo de toda a sua vida profissional, e não apenas na véspera da aposentadoria. Se encontrar dificuldades ou se a pendência for complexa, buscar o auxílio de um advogado previdenciário pode ser uma excelente estratégia para garantir que tudo seja resolvido da melhor maneira possível.

  • <b>Pensão por Morte:</b> Quem são os Dependentes e Quais os Requisitos?

    <b>Pensão por Morte:</b> Quem são os Dependentes e Quais os Requisitos?

    A perda de um ente querido é um momento de profunda dor e, além do luto, muitas famílias se deparam com preocupações financeiras. A Pensão por Morte é um benefício do INSS destinado aos dependentes do segurado que faleceu (estando ele aposentado ou não no momento do óbito). Este benefício visa garantir uma fonte de renda para a família, ajudando a amenizar o impacto financeiro causado pela ausência do provedor.

    Mas quem são considerados dependentes para fins de recebimento da pensão por morte? A lei previdenciária estabelece uma ordem de prioridade. A primeira classe de dependentes inclui o cônjuge ou companheiro(a) (em união estável), filhos menores de 21 anos (ou inválidos ou com deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave de qualquer idade) e enteados ou menores tutelados equiparados a filhos. Para estes, a dependência econômica é presumida, ou seja, não precisa ser comprovada.

    A segunda classe de dependentes são os pais do segurado falecido. Para eles, é necessário comprovar a dependência econômica em relação ao filho. A terceira classe são os irmãos menores de 21 anos (ou inválidos ou com deficiência intelectual ou mental ou deficiência grave de qualquer idade), que também precisam comprovar a dependência econômica. A existência de dependentes em uma classe superior exclui o direito das classes seguintes. Por exemplo, se o falecido deixou esposa e filhos, os pais não terão direito à pensão.

    Para ter direito à pensão por morte, além da comprovação da dependência, é preciso que o falecido tivesse a qualidade de segurado do INSS na data do óbito, ou seja, que estivesse contribuindo, em período de graça (mantendo a qualidade de segurado mesmo sem contribuir por um tempo) ou já recebendo algum benefício previdenciário. O pedido da pensão pode ser feito a qualquer momento após o falecimento, mas para receber os valores desde a data do óbito, existem prazos específicos. O requerimento é feito pelo portal Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/) ou pela Central 135.

    A Reforma da Previdência de 2019 também trouxe mudanças para a pensão por morte, alterando a forma de cálculo do valor do benefício e a duração para alguns dependentes, como cônjuges mais jovens. Fazer valer o direito à pensão por morte é fundamental para a segurança financeira da família enlutada. Reúna os documentos necessários (certidão de óbito, documentos do falecido e dos dependentes, provas de união estável ou dependência econômica, se for o caso) e busque seus direitos. Em caso de dúvidas, a assessoria de um especialista pode ser muito importante.

  • <b>Documentos para Aposentadoria:</b> Checklist Completo para Não Esquecer Nada

    <b>Documentos para Aposentadoria:</b> Checklist Completo para Não Esquecer Nada

    Chegou o momento de solicitar sua tão esperada aposentadoria? Parabéns! Para que esse processo ocorra da forma mais tranquila e rápida possível, um dos passos mais importantes é organizar corretamente toda a documentação necessária. Ter todos os papéis em mãos e em ordem evita atrasos e dores de cabeça com o INSS. Preparamos um checklist essencial para você não esquecer nada!

    Primeiramente, os documentos pessoais básicos são indispensáveis: RG e CPF são obrigatórios. Tenha também em mãos um comprovante de residência atualizado (conta de água, luz ou telefone). Se você for casado(a) ou tiver filhos, a certidão de casamento e a certidão de nascimento dos filhos menores de 21 anos (ou inválidos de qualquer idade) também podem ser solicitadas, dependendo do tipo de benefício ou para fins de salário-família, se aplicável.

    O documento mais crucial para comprovar seu tempo de contribuição é a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Verifique se todas as suas carteiras (antigas e atuais) estão com os registros de entrada e saída corretos, sem rasuras. Caso identifique alguma inconsistência, tente regularizar com o empregador ou reúna outros documentos que comprovem o vínculo, como extratos do FGTS, contracheques ou o termo de rescisão do contrato de trabalho. O extrato do CNIS, obtido no Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/), também é fundamental para conferir seus vínculos e contribuições.

    Para trabalhadores autônomos, contribuintes individuais ou facultativos, os carnês de contribuição (Guias da Previdência Social – GPS) são a principal prova dos recolhimentos. Guarde todos eles! Se você exerceu atividade rural, precisará de documentos que comprovem esse período, como notas fiscais de produtor, contratos de arrendamento ou declaração do sindicato rural. Para atividades especiais (insalubres ou perigosas), o Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) e, se possível, o Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho (LTCAT) são essenciais.

    Fazer valer seu direito a uma aposentadoria tranquila começa com a organização. Antes de ir ao INSS ou fazer seu pedido online pelo Meu INSS, confira este checklist, separe e digitalize todos os documentos. Se tiver dúvidas sobre algum documento específico para o seu caso, não hesite em buscar informações nos canais de atendimento do INSS ou com um profissional especializado em direito previdenciário. Um processo bem instruído é meio caminho andado para a concessão do seu benefício!

  • <b>Reforma da Previdência:</b> O que Mudou e Como Afeta sua Aposentadoria?

    <b>Reforma da Previdência:</b> O que Mudou e Como Afeta sua Aposentadoria?

    A Reforma da Previdência, aprovada em 2019, trouxe mudanças significativas nas regras para se aposentar no Brasil. Essas alterações impactaram a idade mínima, o tempo de contribuição, a forma de cálculo dos benefícios e criaram regras de transição para quem já estava contribuindo para o INSS. Entender o que mudou é fundamental para que você possa se planejar e saber como essas novas diretrizes afetam o seu caminho até a aposentadoria.

    Uma das principais mudanças foi o estabelecimento de uma idade mínima para a maioria das aposentadorias. Para os trabalhadores urbanos, a idade mínima para mulheres passou a ser de 62 anos e para homens, 65 anos, ambos com um tempo mínimo de contribuição. Além disso, o cálculo do valor do benefício também foi alterado, passando a considerar a média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994, e não apenas os 80% maiores, como era antes para algumas modalidades.

    Para quem já estava no mercado de trabalho e contribuindo para o INSS antes da reforma, foram criadas diversas regras de transição. Essas regras buscam amenizar o impacto das novas exigências para quem estava próximo de se aposentar. Existem diferentes tipos de pedágio (de 50% e 100% do tempo que faltava), sistema de pontos (soma da idade com o tempo de contribuição) e regras que combinam idade mínima progressiva com tempo de contribuição. É crucial verificar em qual regra de transição você se encaixa para planejar sua aposentadoria da forma mais vantajosa. O portal Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/) possui um simulador que pode ajudar a visualizar esses cenários.

    Aposentadorias especiais, para quem trabalha exposto a agentes nocivos, também sofreram alterações, com a exigência de idade mínima em muitos casos, além do tempo de exposição. A pensão por morte também teve suas regras de cálculo e acúmulo de benefícios modificadas. Fazer valer seus direitos na previdência agora exige uma análise ainda mais cuidadosa do seu histórico contributivo e um bom entendimento das novas regras e das opções de transição disponíveis para o seu caso específico.

    Diante de tantas mudanças, a informação é sua maior aliada. Busque entender como a Reforma da Previdência afeta diretamente a sua situação. Consulte o site do INSS, utilize as ferramentas online e, se as dúvidas persistirem ou seu caso for complexo, não hesite em procurar uma assessoria previdenciária especializada. Um profissional poderá analisar seu histórico e orientá-lo sobre o melhor caminho a seguir para garantir seus direitos e uma aposentadoria tranquila.

  • <b>Como Comprovar Tempo de Contribuição Rural para Aposentadoria? Como Comprovar Tempo de Contribuição Rural para Aposentadoria?</b>

    <b>Como Comprovar Tempo de Contribuição Rural para Aposentadoria? Como Comprovar Tempo de Contribuição Rural para Aposentadoria?</b>

    Trabalhadores rurais, sejam eles empregados, avulsos, contribuintes individuais ou segurados especiais (como pequenos produtores em regime de economia familiar, pescadores artesanais, etc.), têm direito à aposentadoria e a outros benefícios do INSS. No entanto, comprovar o tempo de atividade rural, especialmente para períodos mais antigos onde não havia registro formal ou contribuições diretas, pode ser um desafio. Saber quais documentos são aceitos e como se preparar é fundamental.

    Para o segurado especial, a comprovação do exercício da atividade rural é feita por meio de uma autodeclaração, que será validada pelo INSS com base em informações de bases governamentais e, se necessário, com a apresentação de documentos complementares. Essa autodeclaração pode ser preenchida diretamente no portal Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/) ao solicitar o benefício. É importante ser o mais preciso possível nas informações fornecidas.

    Além da autodeclaração para o segurado especial, existe uma vasta lista de documentos que podem servir como prova do tempo de trabalho rural para todas as categorias. Alguns exemplos incluem: contrato individual de trabalho ou CTPS com anotação da atividade rural, contrato de arrendamento, parceria ou comodato rural, bloco de notas do produtor rural, notas fiscais de entrada de mercadorias, documentos fiscais relativos à entrega de produção rural à cooperativa agrícola, comprovantes de recolhimento de contribuição ao INSS (se houver), certidão de casamento ou de união estável onde conste a profissão do cônjuge como lavrador (pode servir como início de prova material), histórico escolar de período rural, entre muitos outros.

    É importante ressaltar que, para períodos anteriores a outubro de 1991, o segurado especial não precisava contribuir diretamente para o INSS para ter seu tempo contado, bastando comprovar o exercício da atividade. A partir dessa data, a contribuição passou a ser obrigatória para algumas categorias. Organizar esses documentos, mesmo os mais antigos, é crucial. Quanto mais provas você tiver, mais fácil será o reconhecimento do seu direito. Fazer valer seu tempo de trabalho no campo é essencial para uma aposentadoria justa.

    Se você possui períodos de trabalho rural e tem dificuldade em reunir a documentação ou em comprovar essa atividade, a orientação de um sindicato de trabalhadores rurais ou de um advogado especializado em direito previdenciário pode ser muito útil. Eles poderão analisar seu caso, indicar os melhores caminhos para a comprovação e auxiliar no processo junto ao INSS. Não desista de contabilizar cada ano de seu esforço no campo!

  • <b>Qualidade de Vida na Aposentadoria:</b> Dicas para Aproveitar ao Máximo essa Nova Fase

    <b>Qualidade de Vida na Aposentadoria:</b> Dicas para Aproveitar ao Máximo essa Nova Fase

    A aposentadoria é uma conquista que marca o início de um novo capítulo, uma fase da vida que pode ser incrivelmente gratificante e cheia de novas descobertas. Para muitos, é o momento de realizar sonhos adiados, dedicar mais tempo à família, aos hobbies e ao autocuidado. Ter qualidade de vida na aposentadoria significa mais do que apenas ter segurança financeira; envolve bem-estar físico, mental, social e emocional. E existem muitas maneiras de cultivar essa qualidade de vida.

    Manter o corpo ativo é fundamental. A prática regular de atividades físicas, adaptadas às suas condições e preferências, traz inúmeros benefícios: melhora a saúde cardiovascular, fortalece os músculos e ossos, aumenta a disposição e ajuda a prevenir doenças. Caminhadas, natação, hidroginástica, dança de salão ou até mesmo jardinagem são ótimas opções. Consulte seu médico antes de iniciar uma nova atividade e encontre algo que lhe dê prazer. Lembre-se que o portal Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/) garante o acesso ao seu benefício, que é a base para que você possa cuidar da sua saúde.

    Cuidar da mente é igualmente importante. Mantenha seu cérebro estimulado com leituras, palavras cruzadas, jogos de tabuleiro, aprendendo um novo idioma ou uma nova habilidade. Participar de cursos, palestras ou grupos de estudo também são excelentes formas de se manter mentalmente ativo e engajado. Além disso, preservar e fortalecer os laços sociais é crucial. Cultive suas amizades, passe tempo com a família, participe de grupos da terceira idade, clubes de serviço ou atividades voluntárias. O convívio social combate o isolamento e promove o bem-estar emocional.

    Planejar suas finanças, como já mencionamos em outros artigos, também é um pilar para a qualidade de vida, permitindo que você realize seus planos com mais tranquilidade. Explore novos interesses e hobbies. Talvez seja a hora de aprender a pintar, tocar um instrumento musical, cozinhar pratos diferentes ou se dedicar àquele projeto pessoal que sempre ficou para depois. Ter propósitos e se sentir útil contribui enormemente para a satisfação pessoal. Viajar, conhecer novos lugares e culturas, dentro das suas possibilidades, também pode ser uma fonte maravilhosa de alegria e aprendizado.

    Fazer valer o seu direito a uma aposentadoria digna é o primeiro passo para desfrutar desta nova fase com qualidade. E lembre-se: a vida não para com a aposentadoria, ela apenas muda de ritmo. Aproveite cada momento, cuide de você e descubra todas as alegrias que essa etapa pode oferecer. Com planejamento, atitude positiva e cuidado com a saúde integral, a aposentadoria pode ser um dos melhores períodos da sua vida.

  • <b>Entendendo o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais):</b> Seu Histórico no INSS

    <b>Entendendo o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais):</b> Seu Histórico no INSS

    Você já ouviu falar do CNIS? A sigla significa Cadastro Nacional de Informações Sociais, e ele é, basicamente, o seu extrato previdenciário completo. Este documento é um dos mais importantes para qualquer trabalhador, pois reúne todo o seu histórico de vínculos empregatícios, remunerações e contribuições feitas ao INSS ao longo da vida. Entender o CNIS é fundamental para planejar sua aposentadoria e garantir que todos os seus direitos sejam respeitados.

    O CNIS armazena dados cruciais como os nomes dos seus empregadores, as datas de início e fim de cada contrato de trabalho, os salários recebidos e os valores das contribuições previdenciárias. É com base nessas informações que o INSS calcula o tempo de contribuição e o valor dos benefícios, como aposentadorias, auxílios e pensões. Por isso, manter o CNIS correto e atualizado é de extrema importância para não ter surpresas desagradáveis no futuro.

    Você pode acessar o seu CNIS de forma fácil e gratuita através do portal Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/) ou pelo aplicativo Meu INSS para celular. Ao consultá-lo, verifique com atenção todas as informações. Confira se todos os seus empregos estão listados, se as datas estão corretas e se os salários de contribuição correspondem ao que você realmente recebeu. Qualquer divergência ou omissão pode prejudicar o cálculo da sua aposentadoria.

    Caso encontre alguma informação incorreta ou faltando no seu CNIS, como um vínculo de trabalho que não foi registrado ou um período de contribuição como autônomo que não aparece, você tem o direito de solicitar a correção ao INSS. Para isso, será preciso apresentar documentos que comprovem o seu direito, como carteiras de trabalho, contratos, holerites, guias de recolhimento (GPS), entre outros. Essa solicitação de acerto também pode ser feita pelo Meu INSS.

    Fazer valer seus direitos previdenciários começa por conhecer e zelar pelo seu CNIS. Crie o hábito de consultá-lo periodicamente, e não apenas quando estiver perto de se aposentar. Manter esse histórico em dia é a melhor forma de assegurar que, no momento de solicitar seu benefício, tudo ocorra de maneira mais ágil e que o valor seja calculado corretamente. O CNIS é o espelho da sua vida contributiva; cuide bem dele!

  • <b>Os Erros Mais Comuns ao Pedir Aposentadoria e Como Evitá-los</b>

    <b>Os Erros Mais Comuns ao Pedir Aposentadoria e Como Evitá-los</b>

    Pedir a aposentadoria é um momento muito esperado, mas alguns erros comuns podem atrasar o processo ou até mesmo resultar em um benefício com valor menor do que o devido. Conhecer essas falhas e saber como evitá-las é fundamental para garantir que sua transição para a aposentadoria seja a mais tranquila e vantajosa possível. Preparamos uma lista com os deslizes mais frequentes para você ficar atento!

    Um dos erros mais básicos é não conferir o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) antes de dar entrada no pedido. O CNIS é o seu histórico de contribuições, e qualquer informação incorreta ou faltando – como um vínculo de trabalho não registrado ou salários diferentes dos reais – pode impactar diretamente o cálculo do seu benefício. Acesse o portal Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/) e verifique seu extrato com antecedência para corrigir possíveis pendências.

    Outro equívoco comum é não reunir toda a documentação necessária ou apresentá-la de forma incompleta. Para cada tipo de aposentadoria, existe uma lista de documentos específicos. Se você trabalhou em condições especiais, por exemplo, precisará do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário). A falta de um documento pode paralisar seu processo. Organize tudo com cuidado: carteiras de trabalho, carnês de contribuição, documentos pessoais, comprovantes de atividade rural, etc.

    Desconhecer as diferentes regras de aposentadoria e as regras de transição também leva a erros. Muitos segurados pedem o benefício assim que atingem um requisito mínimo, sem analisar se esperar um pouco mais ou optar por outra regra poderia resultar em uma aposentadoria mais vantajosa. O simulador do Meu INSS pode ajudar a ter uma ideia, mas em casos de dúvida, a análise de um especialista pode ser crucial para tomar a melhor decisão e fazer valer seu direito à melhor opção.

    Por fim, não subestime a importância de revisar a Carta de Concessão do benefício quando ela chegar. Esse documento informa como o INSS calculou sua aposentadoria. Verifique se todos os períodos foram contados e se os salários considerados estão corretos. Caso encontre algum erro, você tem o direito de pedir uma revisão. Evitar esses erros comuns é um passo importante para garantir uma aposentadoria justa e sem dores de cabeça. Planeje-se e informe-se!

  • <b>A Importância da Assessoria Previdenciária:</b> Por que Contratar um Especialista?

    <b>A Importância da Assessoria Previdenciária:</b> Por que Contratar um Especialista?

    Lidar com as questões da Previdência Social pode ser um desafio. As leis mudam com frequência, as regras são complexas e cada caso tem suas particularidades. É nesse cenário que a assessoria previdenciária especializada se torna uma aliada valiosa. Contratar um advogado ou consultor especialista em direito previdenciário pode fazer toda a diferença para garantir que seus direitos sejam plenamente atendidos, desde o planejamento da aposentadoria até a revisão de um benefício já concedido.

    Um dos principais benefícios de contar com um especialista é o conhecimento aprofundado da legislação previdenciária. Esses profissionais estão sempre atualizados sobre as últimas alterações nas leis, as decisões judiciais mais recentes e os entendimentos do INSS. Isso permite uma análise precisa do seu caso, identificando a melhor estratégia para alcançar o benefício mais vantajoso no menor tempo possível. Eles podem, por exemplo, identificar se você tem direito adquirido a regras antigas mais favoráveis ou qual a regra de transição mais benéfica após uma reforma.

    Além disso, a assessoria previdenciária auxilia na organização de toda a documentação necessária, um dos pontos que mais geram erros e atrasos nos pedidos ao INSS. O especialista saberá exatamente quais documentos são cruciais para o seu caso específico, como comprovar períodos de trabalho rural, atividade especial ou contribuições como autônomo. Eles também podem orientar sobre como corrigir informações no CNIS, o que é fundamental para o cálculo correto do benefício. O portal Meu INSS (https://meu.inss.gov.br/) é uma ferramenta útil, mas a análise técnica de um especialista vai além.

    Outra grande vantagem é o acompanhamento do processo junto ao INSS. O especialista pode representá-lo administrativamente, protocolando o pedido, acompanhando o andamento, respondendo a exigências e, se necessário, entrando com recursos. Caso o direito não seja reconhecido administrativamente, o advogado previdenciário está apto a ingressar com uma ação judicial para buscar a concessão ou revisão do benefício. Fazer valer seus direitos, muitas vezes, exige persistência e conhecimento técnico que o cidadão comum pode não ter.

    Investir em uma assessoria previdenciária não é um gasto, mas sim um investimento no seu futuro e na garantia dos seus direitos. Um benefício concedido de forma errada pode significar uma perda financeira considerável ao longo dos anos. Portanto, se você tem dúvidas sobre sua aposentadoria, revisão de benefício, pensão ou qualquer outro direito previdenciário, considere seriamente buscar o auxílio de um profissional qualificado. Sua tranquilidade e segurança financeira agradecem.